sexta-feira, 6 de abril de 2012

A Simbologia do Mapa de Orientação




A leitura e compreensão de um mapa de orientação são facilitadas pela utilização de várias cores e símbolos. Não é possível representar no mapa todas as características e objetos existentes no terreno, por forma a não condensar demasiada informação com demasiados pormenores irrelevantes e de muito difícil leitura. Os símbolos utilizados num mapa representam, as características do terreno permitindo a todos os utilizadores do mapa a progressão de forma objetiva e segura.
Para qualquer principiante a observação de um mapa deve começar pela legenda, que contém os símbolos utilizados e sua descrição. A simbologia existente na legenda dos mapas de Orientação é igual para todo o universo da orientação, independentemente do seu país de origem pode ler qualquer mapa, pois, os símbolos, cores, escalas, espessura das linhas, etc., respeitam uma norma mundial. Esta simbologia é determinada pela Federação Internacional de Orientação – IOF (International Orienteering Federation).
Outra vantagem dos mapas é que, normalmente, estão à escala 1:10.000 (1cm = 100 metros) ou 1:15.000 (1cm = 150 metros), permitindo a existência de bastantes detalhes, o que se torna bastante úteis a quem os utiliza para a prática de Orientação Pedestre, BTT, Esqui ou de Precisão. A escala mais comum utilizada em mapas produzidos pelas organizações cartográficas (cartas militares) é de 1:25.000.
São utilizadas normalmente as seguintes cores nos mapas de Orientação:
- A CASTANHO temos tudo o que está relacionado com diferenças de altitude: montanhas, ravinas, depressões, pontos de cota, etc;
- As áreas a BRANCO representam Floresta Limpa (árvores mas sem vegetação rasteira);
- O AMARELO representa áreas abertas: campos abertos, clareiras, etc;
- O VERDE representa áreas ou objectos relacionados com vegetação;
- A AZUL aparecem as áreas ou objectos relacionados com água;
- PRETO é a cor mais utilizada e representa variados objectos e características do terreno, geralmente artificiais ou rochosos: estradas, caminhos, linhas de alta-tensão, edifícios, rochas e precipícios.


terça-feira, 3 de abril de 2012

VITALIS/DIÁRIO DE COIMBRA XCM OPEN

Com a organização da CD Camarneira e da AC Porto, realizou-se no concelho de Cantanhede, a primeira prova do novo VITALIS/DIÁRIO DE COIMBRA XCM OPEN, atraindo atletas de renome nacional e equipas que pertencem ao primeiro pelotão da modalidade.
O vencedor da Maratona (60km), com 2h24m29s, foi Nelson Sousa (Amigos da Montanha/BikeSpace/Ledechem), atual detentor do título da Taça de Portugal da modalidade, concluindo a prova com quase 5 minutos de vantagem sobre o segundo classificado na categoria Elites, Pedro Oliveira (Pedal Sempre/Grupo Mindol/ACD Azagães) e de João Silva (Castro BTT Mozinho/Vale de Rans), a mais de 9 minutos.
Na categoria Master A, venceu Amândio Jesus (Full Racing), à frente de Arménio Alves (CRAC BTT Brasfemes) e de Tiago Sá (Castro BTT Mozinho/Vale de Rans).
À Casa do Povo da Abrunheira coube o triunfo nos Master B através de Jorge Faria.
Manuel Carvalhosa (Castro BTT Mozinho / Vale de Rans), vice-campeão da Taça de Portugal de maratonas no Escalão Master C, venceu o seu escalão.
Entre as senhoras, vitória nas Elites para Sónia Campos, defendendo as cores do CRAC BTT Brasfemes, e nas Master, coube à campeã nacional Lia Seabra (Galitos/Ciclismo 1904 Slowdown) o triunfo.
Na taça destinada aos atletas juniores, a vitória sorriu a Miguel Martins, Castro BTT Mozinho /Vale de Rans.
Mais informações aqui.

Da equipa de Orientação da Casa do Povo de Abrunheira participaram 3 atletas: Paulo Palhinha 3.º na Promoção Meia-Maratona a poucos segundo do vencedor; Marco Palhinha no mesmo escalão e Mário Marinheiro, que participou em Master B, mas obrigado a abandonar por problemas mecânicos.

Destaque para o próximo evento do VITALIS/DIÁRIO DE COIMBRA XCM OPEN:
- A 7.ª Maratona BTT Rota do Baixo Mondego na Abrunheira - Montemor-o-Velho, organizada pela Casa do Povo de Abrunheira, no dia 3 de Junho de 2012.

Cá vos esperamos...


Fonte ACPorto.