terça-feira, 3 de abril de 2012

VITALIS/DIÁRIO DE COIMBRA XCM OPEN

Com a organização da CD Camarneira e da AC Porto, realizou-se no concelho de Cantanhede, a primeira prova do novo VITALIS/DIÁRIO DE COIMBRA XCM OPEN, atraindo atletas de renome nacional e equipas que pertencem ao primeiro pelotão da modalidade.
O vencedor da Maratona (60km), com 2h24m29s, foi Nelson Sousa (Amigos da Montanha/BikeSpace/Ledechem), atual detentor do título da Taça de Portugal da modalidade, concluindo a prova com quase 5 minutos de vantagem sobre o segundo classificado na categoria Elites, Pedro Oliveira (Pedal Sempre/Grupo Mindol/ACD Azagães) e de João Silva (Castro BTT Mozinho/Vale de Rans), a mais de 9 minutos.
Na categoria Master A, venceu Amândio Jesus (Full Racing), à frente de Arménio Alves (CRAC BTT Brasfemes) e de Tiago Sá (Castro BTT Mozinho/Vale de Rans).
À Casa do Povo da Abrunheira coube o triunfo nos Master B através de Jorge Faria.
Manuel Carvalhosa (Castro BTT Mozinho / Vale de Rans), vice-campeão da Taça de Portugal de maratonas no Escalão Master C, venceu o seu escalão.
Entre as senhoras, vitória nas Elites para Sónia Campos, defendendo as cores do CRAC BTT Brasfemes, e nas Master, coube à campeã nacional Lia Seabra (Galitos/Ciclismo 1904 Slowdown) o triunfo.
Na taça destinada aos atletas juniores, a vitória sorriu a Miguel Martins, Castro BTT Mozinho /Vale de Rans.
Mais informações aqui.

Da equipa de Orientação da Casa do Povo de Abrunheira participaram 3 atletas: Paulo Palhinha 3.º na Promoção Meia-Maratona a poucos segundo do vencedor; Marco Palhinha no mesmo escalão e Mário Marinheiro, que participou em Master B, mas obrigado a abandonar por problemas mecânicos.

Destaque para o próximo evento do VITALIS/DIÁRIO DE COIMBRA XCM OPEN:
- A 7.ª Maratona BTT Rota do Baixo Mondego na Abrunheira - Montemor-o-Velho, organizada pela Casa do Povo de Abrunheira, no dia 3 de Junho de 2012.

Cá vos esperamos...


Fonte ACPorto.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Mapas de Orientação


Para a prática da Orientação é possível utilizar todos os tipos de mapa, todavia, existem mapas elaborado especificamente para a Orientação que reproduzem as característica do terreno tendo em atenção as necessidades humanas para a progressão no terreno. A título de exemplo, é fundamental representar obstáculos que não permitam a transposição, locais perigosos ou zonas privadas onde não esteja autorizada a permanência.
A evolução do mapa de Orientação foi notória na segunda metade do século XX: desde os anos 40, quando se realizavam eventos na Escandinávia com mapas à escala 1:100.000 (1 cm = 1 Km), geralmente a preto e branco e sem curvas de nível para mostrar o relevo do terreno, até aos dias de hoje, onde a maioria dos eventos utiliza mapas a 5 cores, com curvas de nível com 5 metros de equidistância e têm escalas 1:15.000 (1cm = 150 metros) ou 1:10.000 (1 cm = 100 metros).
Muitas das características dos mapas de orientação estão relacionadas com os mapas militares, no entanto, existe uma característica nos mapas de orientação: as Linhas de Norte. As Linhas de Norte são linhas paralelas desenhadas do Sul Magnético para o Norte Magnético, espaçadas geralmente 500 metros (1:15.000) ou 250 metros (1:10.000). Estas linhas são normalmente pretas para se destingirem dos outros elementos representados no mapa. A razão subjacente à sua existência reside no facto de ângulo entre o Norte Magnético e o Norte Geográfico (a declinação magnética) variar bastante em diferentes partes do mundo, e como os praticantes de orientação utilizam bússolas (que indicam o Norte Magnético e não o Norte Geográfico), estas linhas acabaram por se tornar a norma, simplificando p processo de tirar azimutes.
A criação do mapa de orientação, assim como o traçado de percursos, obedece a um conjunto de regras padronizadas que são estabelecidas pelo organismo que rege a modalidade a nível internacional.


Baseado em informação do site: http://www.fpo.pt